Arquivo para maio, 2009

De tudo…

Posted in Pensando... on maio 28, 2009 by rafaelvictor

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DE TUDO FICAM TRÊS COISAS:

A CERTEZA DE QUE ESTAMOS SEMPRE COMEÇANDO,

A CERTEZA DE QUE É PRECISO CONTINUAR

E A CERTEZA DE QUE PODEMOS SER INTERROMPIDOS ANTES DE TERMINARMOS.

FAZER DA INTERRUPÇÃO UM CAMINHO NOVO,

DA QUEDA UM PASSO DE DANÇA, DO MEDO UMA ESCADA,

DO SONHO UMA PONTE,

DA PROCURA UM ENCONTRO.

Fernando Sabino

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Os Eua não são mais uma nação cristã?

Posted in Acontecendo on maio 26, 2009 by rafaelvictor

barack-obama

Uma parte do discurso de Obama no Parlamento da Turquia disse: “Não nos consideramos uma nação cristã”. Esse discurso me lembra uma piada antiga: O Cavaleiro Solitário e seu ajudante índio estão cercados por índios hostis. O homem mascarado vira-se para seu fiel companheiro e pergunta: “O que iremos fazer agora?” Seu ajudante responde: “O que você quer dizer nós, cara pálida?”

Como outros esquerdistas, Obama tem o infeliz hábito de projetar suas ilusões no povo americano.

Ele estava na Turquia como parte de sua turnê de repúdio aos EUA, durante a qual ele gratificou vergonhosamente os desejos do antiamericanismo europeu. (“Temos sido arrogantes e prometemos não mais torturar terroristas e sempre escutar os ‘aliados’ que quase perderam as duas guerras mundiais e a Guerra Fria. E nos últimos 15 segundos eu disse o quanto lamento o episódio de Wounded Knee?”)

Na Turquia esmagadoramente muçulmana, Barack HusseinObama, como ele foi apresentado (agora que a eleição terminou, não há problema em usar seu nome do meio), declarou o conceito de que “os EUA como nação cristã” é um mito.

Obama disse: “Embora, conforme mencionei, tenhamos uma população cristã muito grande (sim, por volta de 75 a 80%), não nos consideramos uma nação cristã ou uma nação judaica ou uma nação muçulmana”.

Será? Mas o Pacto do Mayflower não proclamou a intenção dos Peregrinos [os fundadores evangélicos dos EUA] de estabelecer uma colônia para “o avanço da fé muçulmana”? E quanto ao lema “Em Alá Confiamos” em nossas moedas e notas de dólar, sem mencionar o que veio a ser chamado de hino nacional americano, “Alá Abençoe a América”?

Falando sério, se ao declarar que os EUA não são uma nação cristã Obama está se referindo a uma minoria como a diretoria esquerdista do jornal The New York Times, ele acertou em cheio.

Por outro lado, se ele quer dizer a nação em geral, ele azarou.

Em 3 de abril uma pesquisa de opinião pública da revistaNewsweek mostrou que 62% dos americanos consideram os EUA como “uma nação cristã”. Mas para aqueles que são como Obama, a emoção predominante dos EUA não é decidida pela maioria, mas pela elite cultural — os indivíduos que receberam o privilégio de moldar a consciência nacional pelo resto de nós.

Devido à ignorância ou cegueira deliberada, por toda a história americana, a maioria dos americanos, inclusive seus líderes, não entendiam que os EUA são uma república secular — uma nação sob Rousseau, Darwin e o Manifesto Humanista (I e II).

Patrick Henry comentou: “Nunca é demais frisar o fato de que esta grande nação foi fundada não pelas religiões, mas por cristãos; não na base de religiões, mas na base do Evangelho de Jesus Cristo”.

A Constituição americana é datada “no ano de nosso Senhor, 1787,” em referência não a Alá, Krishna ou Buda, mas a Jesus Cristo. O juiz da Suprema Corte Joseph Story, em sua obra sobre a Constituição publicada em 1833, observou que os fundadores dos Estados Unidos acreditavam “que o Cristianismo tem de receber incentivo do Estado”.

No caso de 1931 de U.S. v Macintosh (decidido antes de o judiciário federal começar a desconstruir a Primeira Emenda), a Suprema Corte declarou: “Somos um povo cristão”.

Todos os presidentes dos Estados Unidos, inclusive B. Hussein Obama, fizeram juramento com a mão em cima da Bíblia para defender a Constituição. Em todos os casos, exceto um, era a Versão do Rei James.

Falando dos antecessores de Obama — nitidamente “menos inteligentes” e “laicos” do que o “Supremo Messias” e provavelmente lacaios da direita religiosa — a opinião deles é unânime:

O Presidente George Washington disse: “É impossível governar acertadamente sem Deus e sem a Bíblia”. Por Bíblia, o fundador dos EUA não estava se referindo ao Corão ou ao Bhagavad Gita.

O Presidente John Adams disse: “Os princípios gerais sobre os quais os fundadores [dos EUA] obtiveram a independência [dos EUA] foram… os princípios gerais do Cristianismo”.

O Presidente John Quincy Adams disse: “A maior glória da Revolução Americana foi esta: Uniu num vínculo indissolúvel os princípios do governo civil aos princípios do Cristianismo”.

O Presidente Andrew Jackson disse: “A Bíblia é a rocha sobre a qual está firmada nossa República” — de novo, em referência à Bíblia cristã, não ao Lotus Sutra.

O Presidente Abraham Lincoln disse: “Inteligência, patriotismo, Cristianismo e uma confiança firme nAquele que nunca abandonou esta terra agraciada são ainda suficientes para resolver, da melhor forma, todas as nossas dificuldades atuais”. As “dificuldades atuais”, que Lincoln cria que o Cristianismo resolveria favoravelmente, era uma guerra civil na qual mais de 600.000 morreram.

Antes do esquerdista McGovern tomar o Partido Democrático (agora sob a direção de George Soros), os presidentes do próprio partido de Obama também cantavam no coro dos EUA como nação cristã.

O Presidente Woodrow Wilson disse: “Os Estados Unidos nasceram como uma nação cristã. Os EUA nasceram para exemplificar a devoção dos elementos da justiça que têm origem na revelação das Sagradas Escrituras”.

O Presidente Franklin D. Roosevelt, falando da 2ª Guerra Mundial, disse: “Hoje, o mundo inteiro está dividido, dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana — entre a brutalidade pagã e o ideal cristão”.

O Presidente Harry S. Truman, escrevendo ao Papa Pio XII, disse: “Esta é uma nação cristã… Não é a toa que os valorosos pioneiros que partiram da Europa para estabelecer colônias aqui, no comecinho da sua aventura colonial, declararam sua fé na religião cristã e fizeram amplos preparativos para sua prática e apoio”.

O Presidente John F. Kennedy, no meio da Guerra Fria, disse: “Contudo, a mesma convicção revolucionária pela qual lutaram nossos ancestrais é ainda relevante ao redor do mundo, a convicção de que os direitos humanos não se originam do Estado, mas das mãos de Deus”.

O Presidente Thomas Jefferson disse algo incrivelmente parecido: “Será que as liberdades de uma nação podem estar garantidas quando removemos sua única base firme, uma convicção na mente das pessoas de que essas liberdades são presente de Deus?”

Entretanto, o “Supremo Messias” consegue alegremente proclamar que os EUA não são mais uma nação cristã.

Num discurso de 2007, Obama confirmou essa opinião: “O que quer que tenhamos uma vez sido no passado, não somos mais uma nação cristã”.

Com isso o presidente aceitou a possibilidade de que os EUA foram uma nação cristã no passado, mas não são mais. Contudo, quando foi que o predomínio do Cristianismo na vida dos americanos terminou — com a decisão da Suprema Corte de abolir as orações nas escolas em 1962, com sua decisão Roe v. Wade de 1973 de legalizar o aborto ou com Bill Clinton deixando manchas de sêmen no vestido de uma estudante estagiária, em 1995?

Embora insistisse que “nós” não consideramos os EUA uma nação cristã, Obama apelou para o sentimentalismo quando chegou o momento de tocar no assunto da “religião da paz”. “Queremos transmitir nosso apreço profundo para com a religião islâmica, que fez muito durante tantos séculos para moldar o mundo para melhor, inclusive o meu próprio país”.

Além de confusa, a declaração de Obama foi convenientemente vaga.

Moldar o mundo para melhor? De que jeito? Propagando pela espada seu credo? Estabelecendo o conceito de dhimmitude— de que os descrentes são obrigados a se converter para o islamismo ou se submeter ao governo islâmico? Transformando mulheres em propriedade? Subjugando os Bálcãs, a Grécia, a maior parte da Espanha e parte da Europa Oriental por centenas de anos? Destruindo Constantinopla e Bizâncio, o Império Romano Oriental, apagando as glórias de um milênio? Promovendo o fanatismo sanguinário do xiitismo e do wahabismo e monopolizando o terrorismo internacional desde pelo menos a década de 1970?

O islamismo moldou os EUA para melhor? Pelo menos Obama não disse que “teve um impacto profundo” — como um avião de passageiros colidindo com um edifício elevado.

É difícil imaginar uma religião que tenha feito menos para moldar os EUA do que o islamismo, inclusive o zoroastrismo e a cientologia. Muitos dos princípios nos quais os EUA foram fundados, ou vieram a representar — tolerância religiosa, democracia, liberdade e igualdade — são detestáveis para o islamismo tradicional.

Numa pesquisa de opinião pública do Washington Post/U.S. News(26-29 de março), embora a maioria aprove os esforços de Obama para alcançar o mundo muçulmano, 48% confessaram ter uma opinião desfavorável do islamismo, a percentagem mais elevada desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Na mesma pesquisa, 55% disseram que lhes faltava uma compreensão básica da religião da paz.

Conhecimento produzirá desprezo. À medida que a população muçulmana nos Estados Unidos (agora estimada em 1 milhão) cresce, os americanos cada vez mais encontrarão a rica herança religiosa e cultural que os seguidores de Maomé estão trazendo para os EUA — como os assassinatos de honra.

No ano passado, no subúrbio de Jonesboro, um imigrante paquistanês estrangulou sua filha de 25 anos com uma corda bungee, por tentar escapar de um casamento arranjado.

Em pleno Dia de Ano Novo, 2008, os corpos crivados de bala de Sarah e Amina Said (idades 17 e 19) foram encontrados num táxi abandonado. O pai delas, o imigrante egípcio Yaser AbdelSaid, foi preso pelos assassinatos. Said havia ameaçado matar suas filhas por terem namorados. Ele achava que elas agora eram moças imorais!

Muzzammil Hassan, da região de Buffalo, era o próprio modelo de um muçulmano moderno e moderado. Em 2004, Hassan fundou a TV Bridges [Pontes] para neutralizar as imagens negativas do islamismo e exibir as muitas estórias de “tolerância, progresso, diversidade, serviço e excelência muçulmana”. Pare, você está me matando! — um infeliz golpe de linguagem quando se debate o islamismo.

Hassan era um motivo de orgulho tão grande para sua religião que, em 27 de abril, ele recebeu o primeiro prêmio por excelência em seus esforços para apresentar ao público um islamismo diferente aos olhos do público. Ele recebeu o prêmio da filial em Pensilvânia do Conselho de Relações Islamo-americanas, onde alguns dos líderes têm ligação com o terrorismo. Presentes no evento estavam o governador Ed Rendell e o deputado federal Joseph Stestak, ambos do Partido Democrático. Stestak foi o palestrante.

Em 12 de fevereiro de 2009, o grande exemplo do Islamismo moderado foi preso e acusado de decapitar a esposa, que havia afirmado que ele cometia abusos físicos e emocionais, e estava no processo de se divorciar dele. O lema da TV Pontes é: “Conectando pessoas por meio da compreensão” — o irônico é que no caso de Aasiya Hassan, a cabeça dela não está mais conectada ao corpo dela.

De acordo com o Projeto de Comunicação e Educação sobre a Mutilação Genital Feminina — a prática de cortar o clitóris e os lábios menores das mulheres em algumas sociedades muçulmanas a fim de mantê-las submissas tornando impossível que elas experimentem prazer sexual — chegou aos EUA.

Em novembro de 2006, Khalid Adem, um etíope vivendo em Atlanta, foi sentenciado a 10 anos de prisão por decepar o clitóris de sua filha de dois anos.

Num vídeo postado no YouTube — filmado secretamente numa mesquita em Nashville, Tennessee — uma menina de 7 anos diz, chorando, como as meninas são surradas durante as aulas de xariá. A menina também fala de seu “marido”. Os grandes meios de comunicação se importam com alegações de abuso físico e sexual somente quando o assunto envolve a Igreja Católica.

A pedofilia e o abuso de crianças não são apenas estranhos costumes praticados em casas de oração muçulmanas.

Das mais que 2.300 mesquitas e escolas islâmicas nos Estados Unidos, mais de 80% foram construídas com dinheiro da Arábia Saudita nos últimos 20 anos. Foi esse mesmo dinheiro que financiou os terroristas que fizeram o ataque de 11 de setembro de 2001.

O Centro de Políticas de Segurança enviou agentes secretos que falam árabe para mais de 100 dessas instituições, descobrindo que de cada 4, 3 estavam infectadas com extremismo e pregações de ódio contra os EUA, os judeus e os cristãos.

É desse jeito que o islamismo está moldando os EUA para melhor.

Se não somos uma nação cristã, então o que é que somos? Obama disse aos turcos: “Consideramo-nos como uma nação de cidadãos que estão ligados por ideais e por um conjunto de valores”.

Valores não são fluídos. Eles têm de ter um ponto de origem.

Por toda a nossa história, a maioria dos americanos nunca duvidou das origens de nossas características éticas: o monte Sinai, Jerusalém, os Dez Mandamentos, o Sermão da Montanha, a Torá, o Novo Testamento — conhecidos coletivamente como nossa herança judaico-cristã.

Para a esquerda secular, que agora ocupa a Casa Branca, a herança dos EUA não está na Bíblia, nem na Declaração de Independência e nem na Constituição (em seu sentido original), mas no humanismo secular, no coletivismo e no multiculturalismo — valores baseados não em padrões eternos, mas em normas culturais predominantes, conforme determina a elite política, midiática e acadêmica.

Obama não quer que nos consideremos uma nação cristã porque a ética judaico-cristã está em conflito com a cosmovisão dele.

Seja o que for que Joel Osteen e Rick Warren nos digam (o Pr. Ken Hutcherson os chama de evangelistas covardes), Obama não é cristão — a menos que você considere os sermões loucos e cheios de ódio do ex-pastor dele, na igreja que ele freqüentou por 19 anos, como Cristianismo.

Os EUA como nação cristã não aceitam uniões civis ou casamento de mesmo sexo — e não consideram todos os atos sexuais como equiparáveis. Mas os EUA de Obama aceitam tudo isso.

Os EUA, com suas raízes judaico-cristãs, crêem na defesa da vida humana inocente — inclusive dos mais indefesos: os bebês em gestação. Os EUA de Obama não crêem nisso. Testemunhe a reputação que ele está adquirindo como o presidente mais pró-aborto da história dos EUA, e os votos dele contra projetos de lei contra o infanticídio quando ele era membro do Senado de Illinois.

Os EUA como nação cristã crêem em governo limitado, não aceitando a idéia falsa de que o governo é Deus. Os EUA de Obama crêem que não há nada que o Estado não possa fazer, nenhum poder que o Estado não deveria ter e nenhuma limitação nos poderes do Estado para taxar, gastar e controlar.

Os EUA como nação cristã compreendem a ordem bíblica de apoiar Israel.

Os EUA de Obama vêem os palestinos (que são antissemitas, antiamericanos, sanguinários, exaltadores da guerra santa) como o equivalente moral dos israelenses (democráticos, pró-americanos, governados pelo Estado de direito). A fantasia de Obama de Israel e Palestina vivendo juntos “lado a lado em paz e segurança” é ilusão ou eufemismo para um acordo temporário que levará à extinção do Estado judeu.

Como a proverbial casa dividida de Lincoln, esses dois EUA não poderão coexistir para sempre. Durante sua presidência, Obama tem a intenção de enterrar os EUA como nação cristã, com um chefe de mesquita presidindo na cerimônia religiosa fúnebre.

Mal posso esperar a próxima viagem cheia de magia e mistério do presidente Obama. Como o Dep. Joe Cannon disse de um colega: “Toda vez que abre a boca, esse homem subtrai da soma total do conhecimento humano”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Don Feder

Me derramar – David Quinlan e Vineyard

Posted in Vídeos on maio 23, 2009 by rafaelvictor

Indiferença

Posted in Minhas idéias on maio 23, 2009 by rafaelvictor

arvore

A indiferença gera a omissão de atos ousados e corajosos que poderiam trazer alguma diferença ao mundo.

Você poderia fazer diferente, mas não fez. Nasce aí a indiferença.

E como o mundo está indiferente.

A corrupção não faz mais cócegas em ninguém. Não incomoda o senso moral da maioria da humanidade, dando potência a famigerada injustiça.

Vemos todo mundo falando que o mundo está uma vergonha, a fome está tomando conta do planeta. Mas ninguém estende a mão pra ajudar.

Vemos dia, após dia, hora, após hora momentos em que poderíamos refletir a luz de Deus e expressarmos seu glorioso amor.

Mas não acontece. Fica só na idéia, no pensamento. E a indiferença vence a guerra mais uma vez.

Vemos os outros sofrendo, mas se nós estamos bem não existe razão pra se preocupar com nada, o máximo que chegamos a fazer é dar um tapinha nas costas e dizer pra ter fé em Deus.

Deus Ele faz, mas e nós? Nunca vamos fazer nada?

Até quando…

Temos que aprender a agir a altura daquilo que profetizamos.Falar está sendo fácil, mas agora vamos arregaçar as mangas e agir!

E eu não falo isso pra vocês, mas que isso comece de mim, porque eu não ajo assim muitas vezes.

Ás vezes pensamos que pecado é apenas o que fazemos de errado.

Mas vamos lembrar que não fazer o que Deus nos pede é tão perigoso quanto fazer o que não se deve.

E ele pediu pra proclamarmos esperança, liberdade e amor que Ele conquistou pela sua morte.

Mas estamos estagnados ; que possamos acordar depressa e fazermos o que realmente interessa.

Indiferença. Indiferença. Indiferença.

Esse é o nome da doença.

Vamos decidir fazer as obras de DEUS nessa terra.

Vamos decidir ser diferentes.

Vamos dizer não a indiferença!

Rafael Victor

“O oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença.”

Érico Veríssimo

O maior pecado para com os nossos semelhantes, não é odiá-los mas sim tratá-los com indiferença; é a essência da desumanidade.

George Bernard  Shaw

Ser cristão é ir contra o sistema!

Posted in Isto é interessante on maio 16, 2009 by rafaelvictor

Viver como cristão sincero no século 21 é desafio constante. Começa nas próprias trincheiras com gente de comportamento cada dia mais incondizente com o cristianismo. Autodenominados apóstolos fora-da-lei. Pidões de dinheiro em liturgias e teologias mal-arranjadas. Picuinhas vindas a público para satisfazer egos feridos de quem não tem coragem de humilhar, pedir perdão e encerrar o escândalo. Condução de rixas internas por cargos e poder à justiça secular. A maioria dos não-cristãos não toma conhecimento da separação entre tradicionais, unicistas, neopentecas, predestinacionistas, pós, pré, midi-tribulacionistas, nominais, fiéis ou seja lá o que for: para eles é tudo mesma farinha. Tudo Judas. Discípulos de Cristo, jamais. Não se parecem com Ele.

Ser crente de verdade em meio a gente desatenta à sã doutrina, seguidoras de mestres que dizem o que lhes satisfaz o ego, mercenários em pele de cordeiro e outros falsários é um desafio. Mas é compensador. Cristo sofreu com maus exemplos e até deixou alerta quanto a escandalizadores. Falou claramente de joio e trigo. Virgens loucas e prudentes. Frios e mornos. Aparências. Denorex. Os genuínos conviverão até o fim com os piratas. As cenas se repetem no altar, com o fariseu hipócrita e o publicano confuso com seus pecados. A viúva pobre, o rico e suas ofertas. Os perdoadores com a bênção recalcada, sacudida e os remoedores de mágoas na morte em vida.

Contudo, é no campo de batalha fora dos templos que se percebe a diferença gritante entre “malas” e salvos firmados na Rocha. Além dos portões é o lugar do confronto. É o ambiente apodrecido moralmente, carente de sal. Lugar das trevas morais, domínio do maligno que faz todos jazerem sepultados à espera de Luz. Campo minado da zombaria contra Deus nas novelas, piadas, negação da Verdade única e Absoluta. Espaço para a manifestação de tudo quanto se intitule anticristão, pós-moderno, cabeça aberta para a desobediência aos princípios santos. Lugar de empunhar armas não-carnais e poderosas em Deus. De estar firmado na mente de Cristo, renovada — prova da transformação e imunidade aos delitos e blasfêmias.

Aqui na batalha, além dos muros eclesiásticos está o rolo compressor da mídia ímpia, suas redações infestadas de militantes anti-Deus e sua pregação ateísta fervorosa escamoteada na falsa-ciência. É antro dos estúdios de produção de “entretenimento inocente” em programas que semeiam a maldade, desagregação familiar, prostituição, rebeldia aos pais, caminhos da morte, transtornos de fundamentos que sempre balizaram a sociedade.

Fora do saleiro, é o lugar da enxurrada de conceitos falsos antes desprezados, mas hoje glorificados como corretos em escolas primárias, universidades e campo de trabalho profissional. Sair ao mundo é o mesmo que enfrentar uma correnteza avassaladora tendo de remar com a força divina, rompendo em fé as cadeias da mentira, do engano, da massificação das transgressões humanas contra Deus e seus Preceitos santos.

Sim. Não se pode permanecer permanentemente dentro das quatro paredes. É inevitável encarar a batalha ou amarelar. Pode-se praticar o mimetismo, se ajustar aos gestos, trajes e linguagem do mundo. Pode-se viver como malandro em dupla personalidade. Pode-se ser apenas mais um, medíocre (sem feder ou cheirar). E as perspectivas para estes não são nada alvissareiras, pois o rolo compressor vai aumentar a pressão que, se possível, patrolaria até os escolhidos.

Mas, pode-se ser verdadeiro, reprovando o mal, combatendo as mentiras de pernas curtas. A Verdade sempre supera os embustes do Maligno (Satanás, diabo) arquiinimigo de Deus e suas obras. Todas as conclusões verdadeiras apontam para a Verdade esposada nas Escrituras, nos ensinos de Deus.

É possível notar tréguas nessa batalha contra o mal e suas conseqüências sociais. É possível firmar a fé, remar com mais entusiasmo, erguer mais a lâmpada, salgar mais intensamente. Dá para ser apenas autêntico, demonstrar o compromisso, mostrar a cara e até dar a outra face:

Acupuntura é igual a placebo para tratamento da dor. Estudo liga uso de maconha a câncer. Pesquisa demonstra que novelas da Globo contribuíram para aumento de divórcios no Brasil. Pesquisa prova que individualismo e busca de interesses pessoais prejudicam crianças e jovens. O ateísta Dawkins pode até ter conseguido afixar cartazes contra Deus em ônibus e metrô da Inglaterra, mas não teve coragem para dizer que ele não existe. O casamento continua sendo a fonte de prazer e realização humana, mesmo com toda sorte de golpes baixos.

Essas são o que me vêm à mente, mas há muito mais. A família continua sendo a célula-mãe da sociedade, apesar de ameaçada pelo câncer da devassidão moral. A religião, a amizade, o relacionamento com Deus e pessoas de uma comunidade cristã proporcionam a libertação das drogas, “grilos”, manias, psicoses, estresse, tumores malignos e toda sorte de males que afligem tantos quantos são indiferentes a Deus. São conclusões de educadores e cientistas honestos, com o dr. James Dobson, citado por Charles Colson em E agora, como viveremos? (Ed Vida).

São verdades e evidências que só confirmam as conseqüências de um viver com Ele ou sem Ele. Estar fora ou no centro da vontade dEle. Caminhar um caminho Estreito ou largo. Ser mais um ou fazer diferença. Usar armas poderosas em Deus ou acovardar-se na multidão que jaz no maligno. Ter fé ou adotar o ceticismo, agnosticismo e outros ismos inúteis.

Ele está no comando. Ele reina. Ele ressurgiu e é a razão da esperança de milhões de fiéis que O aguardam chegar a qualquer momento. Ele é o Desejado de todas as nações. É o príncipe da paz que nos garante alegria num mundo negativo de dor e sofrimento.

A batalha continua.

“Ninguém é tão santo quanto o Senhor! Não há outro Deus, Nem há Rocha alguma como o nosso Deus.
Deixem de ser tão orgulhosos e arrogantes! O Senhor sabe tudo, inclusive o que vocês fizeram, E Ele julgará suas ações.
Aqueles que eram poderosos, já não são mais poderosos! Os que eram fracos, agora são fortes.
Os que estavam bem de vida, agora estão passando fome; Os que passavam fome, agora têm alimento. A mulher que não tinha filhos, agora tem sete; Aquela que tinha muitos filhos agora não tem mais!
O Senhor mata, O Senhor dá a vida.
Alguns Ele faz pobres, E outros Ele faz ricos. A um Ele faz cair. E a outro Ele levanta.
Do pó Ele levanta o pobre, sim, de um monte de cinzas. E trata a esse pobre como príncipe, Que se assenta nos lugares de honra. Porque toda a terra é do Senhor, e Ele põe o mundo em ordem.
O Senhor protegerá os homens piedosos, porém os maus ficam em silêncio na escuridão. Ninguém será vitorioso somente pela sua própria força.
Os que lutam contra o Senhor serão humilhados; Do céu o Senhor troveja contra eles. Ele julga a terra de ponta a ponta. Ele dá grande força ao seu Rei, e dá grande glória ao seu ungido“, 1 Samuel 1.2-10, Bíblia Viva

José San Martín
“Consagro a Deus o que escrevi”

Posted in Letras de Música on maio 6, 2009 by rafaelvictor

…Nem o céu nem o mar podem expressar o que sinto, nem o céu nem o mar podem calar minha voz…

JESUS eu te amo!

rafael